Coisas para fazer em chile santiago

Dicas para fazer compras em Santiago no Chile. Nesse texto comento alguns aspectos a respeito do contexto “compras” de forma geral no Chile, principalmente Santiago, cidade cuja rotina e hábitos conheço bem. Não podia deixar de começar por um fato que faz com que compremos muito e com gosto, atendimento... Eu amo inverno e com ele chegando, imagino que muitos estão de malas quase prontas para visitar o Chile. Se é teu caso, veja aqui o que fazer de graça em Santiago do Chile antes de partir para tuas férias!. Este será mais um post de uma série de “ Super Mini-Guia ” que pretendo fazer das cidades que visitei. Os chamarei de mini-guia, pois, apesar de ser extenso e cheio de ... Santiago do Chile, cidade de grande riqueza cultural emoldurada pela Cordilheira dos Andes, possui inúmeras atividades e uma vida noturna vibrante sendo o motivo perfeito para escolher este destino e passar umas férias divertidas e emocionantes.Nossas excursões e atividades em Santiago estão preparadas para que você conheça as paisagens naturais e as atrações urbanas mais emblemáticas ... O que fazer em Santiago: No Tripadvisor, veja as 302.144 dicas dos viajantes e fotos das 1.019 coisas para fazer quando você estiver em Santiago. São as melhores coisas para fazer em Santiago, por quem já foi várias vezes e sempre encontra motivos para voltar. O que fazer em Santiago do Chile São dicas de passeios grátis, de bons restaurantes, parques, compras, cidades próximas e outras atividades que vão enriquecer muito sua estadia na capital chilena. Listinha de 8 coisas que você não pode deixar de fazer em Santiago do Chile. 8 atrações imperdíveis para aproveitar bem a sua viagem para o Chile. (Atualizado em setembro 2018) Santiago do Chile com crianças é um dos nossos programas favoritos. Já fizemos três viagens ao Chile com meus filhos, ambas para esquiar (em 2013, 2015 e 2018).Nos dois momentos, aproveitamos para curtir Santiago do Chile juntinhos. A capital chilena é extremamente kids friendly.Tem muitos parques convidativos de áreas verdes e bairros agradáveis de se ... Moeda e Câmbio. A moeda oficial do Chile é o peso chileno. A cotação de julho de 2018 estava flutuando entre 160 e 162 pesos a cada 1 real. Para trocar dinheiro, sugiro que você vá até a Calle Agustinas no centro de Santiago. É lá que tem as melhores cotações e eu sugiro a JM Cambio e a Laser. Dicas para aproveitar melhor sua viagem à Santiago do Chile. Agora que você já viu tudo sobre o que fazer em Santiago do Chile, uma dica legal e que faz a diferença na viagem à Santiago do Chile é escolher bem a localização do seu hotel e se hospedar perto das atrações turísticas. Coisas divertidas para fazer com as crianças em Santiago: atividades e experiências divertidas para todas as idades. Confira 300.685 avaliações e fotos no Tripadvisor de atrações para crianças em Santiago

Sobre "protestos" violentos no Brasil

2019.11.27 13:20 davidbenehail Sobre "protestos" violentos no Brasil

O caso é simples, vamos pegar o exemplo do Chile e dos supostos "protestos" que estão acontecendo por lá.
Manifestar-se e fazer pressão popular é uma coisa, pegue o exemplo das manifestações que ocorrem aqui no Brasil quando estamos pedindo para o congresso aprovar a PEC da segunda-instância, ou manifestações pedindo o impeachment de ministros do STF, são pessoas na rua, com cartazes, mega-fones, gritando, exigindo ação por parte de políticos e ministros, etc. É gente andando na rua e se manifestando.
No Chile passou disso, são criminosos destruindo o país, patrimônios publicos e privados, estraçalhando o transporte público, invadindo igrejas e destruindo tudo que tem lá dentro, e mesmo com o governo cedendo em vários pontos a destruição e o caos continua. É terrorismo, não é mais manifestação e como terrorismo deve ser tratado como tal. Agora vem "ongs" falar que o governo está abusando de sua autoridade, etc. A tentativa parece ser essa mesmo, amarrar as mãos do oponente e tomar o poder. Essa hipocrisia me causa náuseas.
Além disso, temos que ouvir ditadores como Maduro e seus asseclas narcotraficantes governamentais como Diosdado Cabello, comemorando e apoiando a destruição e os atos terroristas como esses em nome da nefasta revolução bolivariana que tanto comemoram como sendo a salvação da humanidade, são monstros, criminosos e terroristas.
Além do inimigo externo, temos inimigos internos como Lula e o PT e seus satélites, passando pano pra essa ditadura, apoiando e convocando pessoas pra repetir a destruição do Chile aqui no Brasil, são desgraçados, criminosos e enfrentarão grandíssima resistência do verdadeiro povo nas ruas, nas redes e nas casas. Povo esse vencedor das eleições democráticas de 2018 e só quer trabalhar e construir sua vida mas é importunado por essa gente o tempo todo.
Espero que caso esses atos terroristas comecem a estourar aqui pelo Brasil, que o governo Bolsonaro aja de acordo com a gravidade, prendendo e punindo os terroristas responsáveis e se for o caso declarando guerra a esses regimes socialistas desgraçados que ainda exercem influência no continente.
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2019.10.22 16:41 slimpedroca Não tá entendendo o que tá acontecendo no Chile? Leia esse texto

O texto abaixo é de autoria do sociólogo Otavio Rojas, que está em Santiago, capital do Chile. Foi publicado como post no Facebook na noite de domingo e reproduzido em vários sites de esquerda (não vou colocar o link do Facebook aqui porque as regras do Brasil não permitem). É uma análise e explicação do que está ocorrendo no Chile e vai até meados do domingo. Ele não postou nenhuma atualização desde então. Além do texto, há um podcast da análise, para quem preferir.
Sobre o viés de esquerda do texto: sim, ele tem um viés de esquerda. É um sociólogo de esquerda escrevendo, claro que tem um viés de esquerda.
Notícias do Chile
Como muitos já estão acompanhando, há uma verdadeira rebelião popular em curso no Chile. O país que era o exemplo sul-americano de estabilidade e modernidade explodiu.
Quero contar um pouco de como estão as coisas por aqui desde o início da rebelião.
Na semana passada o governo anunciou um aumento da passagem dos ônibus e metrôs de Santiago. O aumento anunciado foi de 30 pesos, mais ou menos 4 centavos de dólar. Um valor irrisório, se não fosse só a ponta do iceberg. No entanto, o buraco é mais embaixo, como dizemos no Brasil.
O Chile foi um dos berços ou laboratórios do que se conhece como neoliberalismo. Aqui, desde a ditadura de Pinochet, todo o plano econômico dos neoliberais da Escola de Chicago foi implementado desde fins da década de 1970. A maioria dos serviços públicos foi privatizada. As universidades públicas são todas pagas. No Brasil, temos a ideia de que algo público é gratuito, mas isso não é assim em vários países. No Chile, uma mensalidade em uma universidade pública pode custar mais do que em uma universidade privada. Como os salários das famílias são muito baixos (mais de 50% da população vive com menos de salário mínimo), as famílias não têm dinheiro para pagar as mensalidades. Isso gerou, há anos, um enorme problema de endividamento dos estudantes e de suas famílias. Aqui, um estudante que termina seu curso universitário pode passar 10 ou 15 anos pagando os empréstimos que tomou.
A saúde pública também é paga. Não existe um SUS. Os hospitais públicos são caóticos, todos os anos morrem milhares de pessoas nas filas de espera. Quem tem dinheiro para pagar um plano de saúde privado acaba comprometendo grande parte de sua renda nisso, já que os planos não cobrem todos os gastos de atendimento hospitalar, internações, cirurgias, etc. Se uma pessoa fica doente e se salva, seguramente sairá com uma enorme dívida que terá que pagar pelos próximos anos.
Os direitos trabalhistas foram destruídos pela ditadura. A jornada de trabalho é de 45 horas, as férias são de 15 dias, os trabalhadores têm meia hora de almoço. A maioria dos sindicatos não têm nenhum poder de negociação, já que dentro de uma mesma empresa é permitida a existência de muitos sindicatos do mesmo setor (dentro de uma mina, por exemplo, podem existir 20 ou 30 sindicatos). O resultado disso é que os patrões fazem o que querem. A possibilidade de reação dos trabalhadores é pequena. E quando há sindicatos fortes, estão na mão de burocratas que defendem mais os patrões do que os trabalhadores.
Uma das heranças mais nefastas da ditadura é o sistema de aposentadorias. Todo o sistema é privado. A aposentadoria dos trabalhadores é administrada pelas AFPs, Administradoras dos Fundos de Pensão. São empresas privadas que utilizam a enorme quantidade de recursos que é descontada todos os meses dos salários dos trabalhadores para lucrar. O dinheiro das aposentadorias é utilizado para financiar os negócios dos próprios empresários, comprar ações de empresas, etc. Os próprios donos das AFPs, que também são donos de muitas outras empresas, bancos, seguradoras, etc., utilizam esse dinheiro para financiar, com baixíssimas taxas de juros, seus outros negócios. É uma mina de ouro. Esse é o modelo de capitalização individual que Bolsonaro e Guedes quiseram implementar já com essa Reforma da Previdência no Brasil. Ainda não conseguiram, mas o projeto virá logo mais. Trata-se de destruir o sistema público (INSS) para que as empresas privadas administrem o dinheiro acumulado pelos trabalhadores. A lógica das AFPs é nefasta. Essa enorme soma de recursos é investida no mercado. Se há ganhos, isso fica pros acionistas das AFPs, se há perdas, esse dinheiro é retirado da aposentadoria dos trabalhadores. E o pior, a maioria dos trabalhadores se aposenta com menos de 30% do que recebia antes. Isso explica em grande parte o enorme aumento do número de suicídios de idosos na última década.
Nos últimos anos milhões de chilenos saíram às ruas de forma pacífica contra as AFPs e defendendo a volta de um sistema público de aposentadorias (como o nosso INSS). A resposta dos governos (de “esquerda” e de direita) foi fazer promessas e não mudar nenhuma vírgula. Agora, pior, o governo de Piñera (atual presidente) mandou ao Congresso uma reforma que entrega ainda mais dinheiro para as empresas.
Nas principais empresas do país, a exploração é brutal. O Chile é o maior produtor de cobre do mundo. Os mineiros, com um longo histórico de lutas, e suas famílias, sofrem diariamente as consequências mais nefastas da mineração – as doenças pulmonares (como a silicose), doenças musculares, psicológicas, etc. Muitos mineiros trabalham longe de suas casas, em turnos de 10/10 (10 dias de trabalho, 10 de descanso), o que os leva a ter uma dinâmica familiar muito difícil e penosa.
A situação do principal povo originário, os mapuches, é dramática. Há séculos esse povo vem resistindo às ofensivas dos empresários e do Estado para tomar suas terras, que se concentram principalmente na região sul (a mais fértil) do país. Há séculos há uma verdadeira guerra contra os mapuches.
Dito tudo isso, agora podemos voltar ao aumento da passagem.
Na semana passada, então, o governo decidiu aumentar o preço da passagem. Um trabalhador ou uma trabalhadora que toma dois metrôs por dia pode chegar a gastar em um mês, 1/6 do salário mínimo.
O aumento, claro, não foi bem recebido. Nos dias seguintes ao anúncio, muitos estudantes secundaristas começaram a convocar “pulas-catracas” nos metrôs. O movimento se massificou. O governo respondeu dizendo que não ia diminuir o preço da passagem e colocou a polícia nas estações de metrô. Daí pra frente a coisa foi piorando. Muitos vídeos mostram a polícia jogando bombas de gás lacrimogênio dentro das estações, crianças vomitando, mães chorando, policiais empurrando estudantes pelas escadas. Obviamente o efeito dessas ações foi o aumento das manifestações.
Na sexta-feira (18) o governo militarizou completamente as estações, diante das convocatórias massivas dos estudantes. No horário de pico de saída dos trabalhadores, 18h-19h, o governo resolveu fechar as estações para evitar os pulas-catracas. Essa decisão fez com que milhares de trabalhadores não pudessem voltar às suas casas e tivessem que caminhar. Isso gerou manifestações espontâneas em várias partes da cidade. Na sexta a noite, os conflitos mais violentos começaram.
Em todos os bairros começaram os protestos e confrontos com a polícia. De noite, a coisa já tinha se generalizado. Em todos os bairros da capital já havia protestos. As famílias se somaram à juventude. A polícia reprimiu e reprimiu. A revolta tomou um caráter mais violento. Nessa noite, 16 estações de metrô e um enorme edifício da empresa de energia Enel (localizado na principal avenida de Santiago) foram queimados, houve saques em alguns supermercados e barricadas por toda a cidade. A polícia já não conseguia mais controlar as manifestações.
Na noite de sexta-feira, diante de uma enorme rebelião popular, o governo anuncia o Estado de Emergência na cidade, restringindo os direitos a manifestação e reuniões e passando o controle da cidade às mãos de um general. As Forças Armadas são autorizadas a ocupar a cidade. Mais de 300 pessoas são presas.
A intervenção das Forças Armadas jogou ainda mais lenha na fogueira. Aqui há uma enorme raiva de amplos setores sociais contra as Forças Armadas pelo papel que tiveram na ditadura – os milhares de torturados, assassinados e desaparecidos. A maioria dos militares envolvidos nesses casos nunca foi punida.
A noite de sexta-feira foi de conflitos e barricadas. Não sabíamos como iria amanhecer o dia seguinte. A presença das Forças Armadas seguramente intimidaria os manifestantes, pensava o governo. Nada mais equivocado.
No sábado a cidade amanheceu com panelaços e conflitos em praticamente todos os setores populares e alguns bairros de classe-média. Os conflitos agora não eram só com os policiais, mas com as próprias Forças Armadas. Ontem (sábado), os protestos se expandiram para todo o país, de norte a sul, de Arica a Magallanes. O governo decretou estado de Emergência em Valparaíso (cidade portuária com longa trajetória de lutas) e Concepción (uma das principais cidades do sul). Em Santiago, muitos supermercados de grandes empresas (Wallmart, por exemplo) foram saqueados ou queimados. Em um dos incêndios, três pessoas morreram queimadas. Muitas farmácias e grandes lojas foram saqueadas.
Sobre os saques, há cenas muito interessantes. Muitos deles foram protagonizados por famílias e pela população em geral. Em um vídeo que circula pela internet é possível ver um jovem lúmpen que sai carregando uma enorme televisão. Os trabalhadores que organizavam a barricada, ao ver o jovem saindo com a televisão, tomam-na de suas mãos e a atiram na fogueira da barricada. O televisor começa a arder em chamas. Os alimentos saqueados, em vários lugares, foram repartidos pelos trabalhadores presentes nas barricadas.
O processo é totalmente espontâneo e sem direção. Os partidos tradicionais não conseguem controlá-lo. O governo está perdido. Ontem, teve que retroceder e declarou a revogação do aumento da passagem. Ao mesmo tempo, o general encarregado de Santiago, anunciou um toque de recolher a partir das 22h. Nada poderia enfurecer ainda mais a população, que saiu às ruas massivamente após o toque de recolher e passou a noite nas barricadas enfrentando-se com a polícia e o exército. Os protestos ganharam muito apoio popular, apesar da campanha dos grandes meios de comunicação para criminalizar os “vândalos” que estavam queimando os metrôs e saqueando os supermercados. Entre os trabalhadores se armou também um grande debate sobre as táticas que devem ser utilizadas no movimento, já que a destruição do transporte público ou outros espaços públicos seguramente acabará significando uma perda para a própria população. Mas a raiva foi incontrolável.
Os vídeos da brutalidade policial e do exército circulam sem parar. Ontem, a cidade de Valparaíso, uma das mais combativas do país, foi completamente ocupada por tropas do exército. Os conflitos se estenderam por toda a noite de ontem. Muitos panelaços foram realizados de norte a sul do país.
Hoje o dia amanheceu relativamente tranquilo. Alguns ônibus circulavam por Santiago. O aeroporto, no entanto, não funcionou. Muitos voos foram cancelados, o que está gerando um colapso. Logo no início da manhã começaram as concentrações nas praças e outros lugares públicos. Na emblemática Plaza Itália, os conflitos com o exército e a polícia não pararam um minuto. Mais incêndios, mais saques, muitas barricadas. O governo novamente anunciou o toque de recolher para as 19h (há duas horas).
Um novo fenômeno começou a aparecer. Grupos armados de traficantes ou relacionados com a própria polícia começam a assustar as populações mais combativas, atacar feiras e outros pequenos negócios. Há notícias de corte de água em vários lugares de Santiago. Os vídeos da brutalidade das Forças Armadas não param de circular. Se ainda não há nenhum assassinado pela pelas forças militares ou paramilitares, essa é uma possibilidade grande nas próximas horas ou dias.
A fúria popular é enorme e não parece que diminuirá tão cedo. O governo não tem outra resposta além da repressão. Já são 9 mil militares distribuídos pelas cidades ocupadas.
Enquanto escrevo essas linhas, escuto gritos, tiros e bombas ao lado de fora do lugar onde estou.
Bem vindos ao Chile, um oásis de modernidade e estabilidade da América Latina.
(Nos últimos minutos o governo anunciou que já subiu para 7 o número de mortos, que vai aumentar a repressão e ampliar o estado de Emergência para mais regiões)
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2018.04.19 01:29 downvoter300 Plano de fuga do Brasil para quem não quer ser funcionário público

Vou deixar aqui essa utilidade pública para quem está planejando fugir do Brasil.
Antes de mais nada, verifique se a sua bisavó era japonesa, norueguesa, italiana, portuguesa, etc.. nesse caso é só pedir a cidadania fazer as malas e ir embora.
Não ter graduação é meio arriscado e você pode ficar "preso na alfândega" mesmo sendo qualificado para a vaga. Acontece bastante nos EUA. Então arrume uma mesmo que seja de uma particular fuleira pagou passou. Diploma EAD pra alguns países não serve. Menos de 4 anos pra alguns países também não serve.
Plano A: Se você é rico, dá pra ir direto pro primeiro mundo.
Plano B: Se qualificar e depois sair. É o caminho que a maioria faz.
Plano C: Plano de fuga imediata
São planos de fuga imediata que não precisam de visto. Se você não tem mestrado / experiência, devem ser a melhor opção.
Basicamente significa tentar ir para Buenos Aires ou Santiago ao invés de ir para São Paulo.
Compensa sair dando tiro em empresa de lá via LinkedIn e outros meios até conseguir acertar alguma. Tem algumas que não vão te pedir espanhol, só inglês.
Santiago é praticamente primeiro mundo.
Buenos Aires ainda ganha de São Paulo por causa do custo de vida, dos impostos e do governo dificultar menos sua vida se você quiser abrir uma empresa.
Santiago e Buenos Aires são melhores cidades-escada para sair da América Latina do que São Paulo, mas se você não pretende sair da América Latina no longo prazo, os outros países também podem ser boas opções.
edit:
Nessa comparação aqui você vê a dificuldade de abrir uma empresa em Santiago / Buenos Aires com a dificuldade em abrir uma empresa aqui. Chega a ser ridículo. Em Chile / Buenos Aires você abre a empresa em um dia, aqui você tem que esperar 102 dias.
O artigo nem fala dos impostos que você vai ter que pagar a mais abrindo uma empresa aqui. Só compara uma conta de luz lá com o preço de uma conta de luz aqui. É o custo Brasil em ação meu caro.
Compensa mais ir procurar startups em Santiago / Buenos Aires ou até mesmo abrir uma lá você mesmo , e tentar ficar saindo da América Latina de lá, do que ficar tentando sair da América Latina de dentro de São Paulo. São cidades que te empurram pra fora.
O Brasil não te empurra pra fora dele, o Brasil te empurra pra dentro. Abrir uma empresa é difícil, o país quer te empurrar a ser empregado em alguma empresa de grande porte enquanto não passa em algum concurso. É um caminho que não te leva pra fora daqui.
edit 2: Global Entrepeneurship Index
Coloca pra mostrar 100, olha a posição do Brasil, Chile e Argentina. Brasil em último e os outros dois lá em cima.
edit 3: Três coisas que podemos aprender com o Chile sobre empreendedorismo
"Ao atrair gênios de todo o planeta, desenvolver esforços conjuntos para alavancar a economia e promover uma desburocratização radical dos processos, o Chile dá uma aula de estímulo de curto prazo ao empreendedorismo"
edit 4: O que faz a Argentina ter muito mais sucesso com startups do que o Brasil
"Algumas das principais startups da região nasceram ali: Mercadolibre, Despegar.com e OLX são alguns dos nomes mais fortes do cone sul "
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2015.12.08 04:02 mercadoviagens 10 coisas para fazer em Santiago Chile

10 coisas para fazer em Santiago Chile submitted by mercadoviagens to MercadoViagens [link] [comments]


2015.08.04 02:03 ffuentes O qué pensam vocês do portunhol?

Eu sou um redditor do Santiago do Chile aprendendo como muitos outros aqui e gostaria de saber se vocês pensam como eu. As vezes eu tenho tido a necesidade de falar com a brasileiro aqui, o que é muito frequente nos bairros onde trabalho e eles tentan a falar na sua lingua e eu falava na minha. Algumas vezes eles poderiam mi entender mas outras não no entanto as frases eram da mesma dificuldade o que é muito estranho.
É por isso mesmo que eu acho que "portunhol" não é outra coisa que um mal habito um pouco melhor que mover as mãos. O que es verdade é que eu é visto brasileiros perdidos no metro aqui e não é tão fácil dizer-lhes o qué fazer. É o mesmo com turistas onde vocês moram? As diferenças são subestimadas.
Algumas pessoas dizem que os brasileiros entendem melhor o espanhol que vice versa mas eu não percebo isso na minha experiença. É muito engraçado eu tentaba de falar em inglés porque muitos brasileiros dizem que falam inglés mas não é a verdade (o mesmo que acontece aquí). Eles o elas falavam (eu não quero dizer que mintem) mas pouco como para uma conversa.
Uma das raçoes para aprender portugues é viajar com segurança, assim eu sento que disfruto mais do pais da mesma maneira do como com o ingles.
Vocês o qué pensam disso? Pode me corregir tudo o que você quiser xD
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